domingo, 31 de agosto de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
BELLE, A CADELA QUE LIGOU O 911
Kevin Weaver e Belle
Em Ocoee, no Estado da Florida, uma cadela, de raça beagle, chamada Belle, mordeu literalmente a tecla programada para o 911 (número de emergência norte-americano, correspondente ao nosso 112) do telemóvel do seu dono, Kevin Weaver, depois deste ter desmaiado devido a uma crise de hipoglicemia. Belle tinha sido treinada para morder a tecla do telemóvel em caso de emergência, já que o seu dono é diabético, e não falhou!
Kevin Weaver disse que não tem quaisquer dúvidas que se não fosse Belle estaria morto. Belle tornou-se no primeiro canino a receber o Vita´s Wireless Samaritan Award.
Os animais são absolutamente fantásticos!
domingo, 2 de março de 2014
AMADOS CÃES
Em Amados Cães de José Jorge Letria, registam-se as histórias de alguns cães cuja a memória resistiu à passagem do tempo por terem pertencido a pessoas que alcançaram a fama em áreas tão distintas como a literatura, a ciência, o cinema, a música ou o cinema. Em todas as histórias bate, forte e dedicado, um coração de cão.
Hemingway, Newton, Freud, Buster Keaton, Marilyn Monroe, John Steinbeck, Alexandre O´Neill, Frank Sinatra, Picasso, Byron, Pavlov, Mário Henrique Leiria, Tim Burton, entre outros, estão presentes nas páginas deste livro graças aos cães que povoaram as suas vidas e as suas memórias.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
AMADOS GATOS
É antiga e profunda a paixão do autor pelos gatos e pelo seu singular universo de liberdade e soberania. Amados Gatos é um conjunto de histórias que tem como ponto de partida os gatos de figuras famosas da literatura, das artes e da política, de Richelieu a Lenine, de Hemingway a Anne Frank, passando por Churchill, Marilyn Monroe, Paul Klee ou Zola, entre outros. Construídos com base em factos e figuras reais, estes contos reinventam a vida de gatos famosos e dos seus ilustres donos, assumindo-se como uma homenagem a estes felinos que o homem nunca conseguiu domesticar.
José Jorge Letria convive diariamente com os seus nove gatos, que partilham com ele o espaço e o imaginário da escrita. Amados Gatos é o testemunho de uma paixão e de um pacto de cumplicidade e afecto que o tempo se encarregou de fortalecer.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
EPITÁFIO PARA UM CÃO
Boatswain (Terra Nova Landseer)
Epitáfio Para Um Cão
Perto daqui
Estão depositados os despojos daquele
Que possuía beleza sem vaidade,
Força sem insolência,
Coragem sem ferocidade,
E todas as virtudes do Homem sem seus vícios.
Este elogio, que seria uma adulação sem sentido
Se escrito fosse sobre cinzas humanas,
É somente um justo tributo à memória de
Boatswain, um cão
Que nasceu em Newfoundland em maio de 1803,
E morreu em Newstead, em 18 de novembro de 1808.
Quando um orgulhoso filho do Homem retorna à terra
Desconhecido pela glória mas sustentado pelo berço,
A arte do escultor exaure a pompa do infortúnio,
E urnas ornadas registam aquele que descansa abaixo:
Quando tudo está terminado, sobre a tumba é visto
Não o que ele foi, mas o que deveria ter sido.
Mas o pobre cão, na vida o mais fiel amigo,
O primeiro a dar boas vindas, na dianteira para defender,
Cujo coração honesto é do próprio dono,
Que trabalha, luta, vive, respira somente por ele
Sem honra se vai, despercebido seu valor,
Negada no Paraíso a alma que tinha na terra;
Enquanto o homem, fútil insecto! tem a esperança de ser perdoado,E reivindica para si só exclusividade no Paraíso!
Oh, homem! frágil, breve inquilino
Rebaixado pela escravidão, ou corrompido pelo poder,
Quem te conhece bem, deve rejeitar-te com desgosto,
Massa degradada de poeira viva!
Teu amor é luxúria, tua amizade inteira ilusão
Tua língua hipocrisia, teu coração decepção.
Por natureza mau, dignificado apenas pelo nome,
Cada irmão selvagem pode fazer-te corar de vergonha.
Vós! que, por ventura, contemplais esta urna simples
Ficais sabendo, não homenageia ninguém que desejais prantear,
Para marcar os despojos de um amigo estas pedras se levantam;
Nunca conheci nenhum, excepto um único — e aqui ele descansa.
O túmulo de Boatswain, onde está gravado este poema
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
O GATO MALHADO E A ANDORINHA SINHÁ
O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, Uma História de Amor é um lindíssimo conto de Jorge Amado sobre um amor improvável, será que impossível? Ensina-nos também que julgar pelas aparências e pelas aparentes evidências é um erro e não só a andorinha Sinhá se apaixona pelo gato Malhado, será que alguém consegue ler este livro e não se apaixonar por este gato?
Este livro foi escrito em 1948 para o filho do escritor, João Jorge, que completava um ano de idade, mas só nos anos setenta seria encontrado por João Jorge e levado a Carybé para o ilustrar, seria editado em 1978. O texto é muito bonito e as ilustrações são deliciosas.
O delicioso Gato Malhado
E esta foi a história que a Manhã contou ao Tempo para ganhar a rosa azul. "Em certos dias de primavera aa Manhã coloca sobre o luminoso vestido essa rosa azul de antigas idades. E então se diz que faz uma esplêndida manhã toda azul."
Delicie-se e sonhe com esta belíssima história de amor.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
ENTRE CÃES E GATOS
Entre Cães e Gatos é um livro lindíssimo de José Jorge Letria, cada capítulo é dedicado a um cão e a um gato, a todos cães e gatos que fazem ou fizeram parte da família do escritor.
"Confesso que tenho chorado quando eles partem e sentido a alegria de os ver chegar e crescer, sempre disponíveis para dar tudo o que lhes vai no coração. (...) Se porventura existir um céu dos gatos e dos cães, é para lá que quero ir quando chegar a minha vez de partir. Sei que ali reencontrarei muitos dos amigos que me tentaram fazer feliz."
É mais um livro de amor aos animais e há capítulos particularmente tocantes como os dedicados ao cão Cognac e à cadela Zara e os dedicados às gatas Betty e Roxanne.
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